Na agitada vida noturna de Nova York, um bar-restaurante aberto há meio século continua fazendo muito sucesso entre empresários e executivos. O segredo está nas mãos de um homem.
No fim de um dia de trabalho em Nova York, homens e mulheres de negócios tentam esquecer as agruras da economia americana num bar de Manhattan.
O barman é um especialista de mão cheia. John Varriano tem bom papo, sabe ouvir e há 12 anos conquista os clientes. Além da boa conversa e dos drinques, às vezes ele pega um guardanapo e parece anotar algo. É tudo muito rápido: em segundos, John desenha traços de seus clientes.
As imagens e expressões capturadas no bar são trazidas para um lugar especial. Em seu estúdio, o barman vira artista: os rostos estampados nos guardanapos serão reproduzidos em quadros. Com a autorização dos clientes, John dá cor e nova dimensão aos desenhos feitos no bar.
Depois que os quadros ficam prontos, o barman convida os clientes a verem seus quadros. “Boa parte da minha renda vem das telas", conta John. “É verdade que pinto quadros de pessoas ricas, mas já pintei também mendigos na rua".
Para os clientes do bar nova iorquino, John cobra caro: um retrato custa entre R$ 16 e R$ 32 mil. E eles pagam.
Rachel comprou uma tela de John há dois anos e está negociando para comprar mais uma. Conta, sem disfarçar o orgulho, que o quadro dela foi parar no New York Times – que, assim como o Jornal Hoje, fazia uma reportagem sobre John Varriano.
"Confesso, meu ego ficou bem feliz!", diz a musa do barman-artista.
Texto e vídeo do Jornal Hoje.

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